sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Se quiseres uma alternativa...







Temos de concordar que um plano de vida já é traço a todo ser humano antes mesmo que ele exista. Ela nasce, chora, aprende a andar, a escrever e ler, se forma e busca seu caminho, pois no fim, se é que ele existe, precisa ser reconhecida na sociedade de alguma forma. Mas a bebê é a dadiva aos seus pais, seus passinhos são o choro e alegria. Depois ela lê, escreve e é a vitória do educador, por prazer e dever cumprido. Aí a menina agora se forma, seu próprio orgulho, podendo dizer o primeiro, e mais um caminho traçado. O que serei daqui pra frente? Agora inicia a busca de dons, prazeres. Fazer o que? Como e para quem? Ou para ela mesma? Vem o jornalismo com todos os seus defeitos, mas cheios de encanto. A sociedade precisa da informação, precisa de meios que as façam chegar até elas, e jornalistas são responsáveis por isso. Dar a informação mais simples até a mais forte, chocante e emocionante. Essa tal responsabilidade cabe a jovem, com o desejo de fazer as coisas acontecerem, ela encontra no jornalismo a chance de fazer o que gosta, de ter prazer por ajudar alguém mostrando sua história, suas criticas, dando o espaço que ela sempre quis por um momento. Ela acredita que jornalistas são os olhos do mundo, que abre caminhos, que ensina, que educa e que no fim, a satisfação de dever cumprido é seu nome no fim da reportagem e um sorriso do leitor. Uma espécie de 'EU CONSEGUI' ou 'EU CONSEGUIREI', porque a vida é feito de expectativas, todo dia ao abrir os olhos é uma nova batalha e a vitória será você ir descansar com tudo concluído. A menina cheia de sonhos quer vê-los se tornar realidade todos os dias, e sabe que isso depende dela, e dos outros também, afinal quem somos sozinhos? Nada. A expectativa de vida da menina é uma alternativa, nunca perder as expectativas.